Power Ballad

Mariana Tenger Barros

18 Sep 20:00
FGO - Barbara
Paris, França
09/18/2018 20:00 Power Ballad mariana tenger barros FGO - Barbara, Paris, França

A Power Ballad é um dueto, co-criado e interpretado por Mariana Tengner Barros e o coreógrafo norte-americano Mark Tompkins O ponto de partida é o mútuo fascínio dos criadores pelo universo artístico de cabaret burlesco associado à estética de “old glamour” e de decadência do showbiz. A maior inspiração: Tempest Storm, a artista de cabaret burlesco mais velha do mundo, que aos 86 anos continua a actuar, sendo idolatrada por alguns e objecto de repulsa para muitos. A Power Ballad terá como base pequenas ficções sobre figuras excêntricas e decadentes que lidam com o vazio de um pós-fama num corpo envelhecido que já não corresponde ao “ideal”, ao cânone evolutivo estruturado pela sociedade ocidental baseado no consumo de mercadorias. A ideia de como a identidade corpórea – com memórias privadas/íntimas – se pode confundir com a sua aparência pública – cheia de memórias colectivas/empresariais.

Tal como nas baladas antigas, A POWER BALLAD é também uma “poesia narrativa de lendas” (neste caso, lendas has beens não-requisitadas, nem para os programas da manhã na TV) que se articula sob a dialéctica do poder, das dinâmicas da ilusão/desilusão, do ganhar/perder, do envelhecer e sobreviver.

© Vitor D

A Power Ballad é um dueto, co-criado e interpretado por Mariana Tengner Barros e o coreógrafo norte-americano Mark Tompkins O ponto de partida é o mútuo fascínio dos criadores pelo universo artístico de cabaret burlesco associado à estética de “old glamour” e de decadência do showbiz. A maior inspiração: Tempest Storm, a artista de cabaret burlesco mais velha do mundo, que aos 86 anos continua a actuar, sendo idolatrada por alguns e objecto de repulsa para muitos. A Power Ballad terá como base pequenas ficções sobre figuras excêntricas e decadentes que lidam com o vazio de um pós-fama num corpo envelhecido que já não corresponde ao “ideal”, ao cânone evolutivo estruturado pela sociedade ocidental baseado no consumo de mercadorias. A ideia de como a identidade corpórea – com memórias privadas/íntimas – se pode confundir com a sua aparência pública – cheia de memórias colectivas/empresariais.

Tal como nas baladas antigas, A POWER BALLAD é também uma “poesia narrativa de lendas” (neste caso, lendas has beens não-requisitadas, nem para os programas da manhã na TV) que se articula sob a dialéctica do poder, das dinâmicas da ilusão/desilusão, do ganhar/perder, do envelhecer e sobreviver.

Ficha Técnica


Conceito Mariana Tengner Barros
Textos, Criação e Performance Mariana Tengner Barros e Mark Tompkins
Cenário Mariana Tengner Barros e Mark Tompkins e António MV
Figurinos, Vídeo e Assistência à Criação António MV
Desenho de Luz e Direcção Técnica Nuno Patinho
Maquilhagem Sónia Pessoa
Fotografia Vítor D. Rosário
Assistência Tradução Elizabete Francisca
Sonoplastia Filipe Lopes
Produção EIRA
Co-produção Centro Cultural de Belém e EIRA
Projecto Financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian
Apoios Neorelva, Nobre e Largo Residências
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